
Elite da tropa, do antropólogo Luiz Eduardo Soares e dos ex-integrantes do Bope, André Batista e Rodrigo Pimentel,apresenta um cenário ameaçador da segurança pública no Rio de Janeiro.
A primeira parte do livro apresenta um conjunto de 22 casos, que mostram o padrão violento da ação policial nas áreas pobres do Rio de Janeiro.
O Bope é apresentado como uma força de guerra. Por um lado existe a honra da corporação, que condena a corrupção, e por outro, há a valorização da violência como ferramenta policial. O polêmico grito de guerra dá o tom das ações dos “Homens de preto”.
A violência policial relatada vai de espancamentos, passando pela tortura, chegando até a execução de supostos delinqüentes.Interessante é o reconhecimento de que essas ações de extermínio provocaram o aumento da violência contra os policiais.
A segunda parte narra uma única história, onde novos personagens entram em cena relatando uma rede de corrupção e violência que envolve políticos, policiais, empresários e criminosos, além dos cidadãos comuns que acabam envolvidos.
O livro dá os detalhes da realidade problemática de que existe sim uma relação entre corrupção e violência.O diferencial da obra é que a denúncia partiu de policiais, diferente de outros livros do gênero, como Rota 66, de Caco Barcellos, onde a denuncia é feita pelo repórter.
O desejo dos autores é de que um dia aconteça uma “reconciliação” entre a sociedade e uma polícia que tem sua credibilidade desgastada. Enquanto isso não acontece, o cidadão comum fica como um mero espectador diminuído diante dos fatos.
A primeira parte do livro apresenta um conjunto de 22 casos, que mostram o padrão violento da ação policial nas áreas pobres do Rio de Janeiro.
O Bope é apresentado como uma força de guerra. Por um lado existe a honra da corporação, que condena a corrupção, e por outro, há a valorização da violência como ferramenta policial. O polêmico grito de guerra dá o tom das ações dos “Homens de preto”.
A violência policial relatada vai de espancamentos, passando pela tortura, chegando até a execução de supostos delinqüentes.Interessante é o reconhecimento de que essas ações de extermínio provocaram o aumento da violência contra os policiais.
A segunda parte narra uma única história, onde novos personagens entram em cena relatando uma rede de corrupção e violência que envolve políticos, policiais, empresários e criminosos, além dos cidadãos comuns que acabam envolvidos.
O livro dá os detalhes da realidade problemática de que existe sim uma relação entre corrupção e violência.O diferencial da obra é que a denúncia partiu de policiais, diferente de outros livros do gênero, como Rota 66, de Caco Barcellos, onde a denuncia é feita pelo repórter.
O desejo dos autores é de que um dia aconteça uma “reconciliação” entre a sociedade e uma polícia que tem sua credibilidade desgastada. Enquanto isso não acontece, o cidadão comum fica como um mero espectador diminuído diante dos fatos.
Editora: Objetiva
Autores: Luiz Eduardo Soares, André Batista e Rodrigo Pimentel
Número de páginas: 312
Lançamento: 3/5/2006
Boa sorte, sociedade!
2 comentários:
Pede pra sair! hehehehe
Cadê o baiano ?
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